Inteligência Artificial para otimizar o uso do fósforo em solos tropicais.
Deep Tech para agricultura sustentável e bioeconomia.
A agricultura moderna depende do fósforo para produzir alimentos. Porém, as reservas mundiais de rocha fosfática são limitadas e sua produção está concentrada em poucos países, criando uma vulnerabilidade crescente para a segurança alimentar global.
As reservas de rocha fosfática não são renováveis em escala humana. À medida que são exploradas, tornam-se mais escassas e mais caras de extrair.
Grande parte da produção mundial está concentrada em poucos países, aumentando a dependência internacional de um número reduzido de fornecedores.
Conflitos, disputas comerciais ou restrições à exportação podem interromper o abastecimento global e provocar choques de preços.
Sem fósforo não há fertilizantes fosfatados e, sem eles, a produtividade agrícola cai significativamente, ameaçando a produção de alimentos e elevando custos para agricultores e consumidores.
Produzimos alimentos para o mundo utilizando nutrientes que vêm de fora.
Onde o agronegócio e a natureza coexistem. O desafio: aumentar produtividade, reduzir insumos e preservar o ambiente.
Grande produtor de soja, milho e carne bovina, com economia regional dependente da produtividade.
📍 Mato Grosso do SulAumentar a produtividade reduzindo insumos externos e usando com eficiência os recursos naturais do solo.
⚙️ EficiênciaMaior planície alagável do mundo — o fósforo em excesso ameaça rios e ecossistemas.
🌿 ConservaçãoMuitos produtores acreditam que o solo precisa de mais fósforo. Porém, em grande parte das áreas de Cerrado, o problema é outro: o fósforo já está no solo, mas as plantas não conseguem aproveitá-lo.
Os solos do Cerrado possuem altos teores de ferro e alumínio, que prendem o fósforo e dificultam sua absorção pelas raízes.
Com o passar dos anos, novas aplicações de fertilizante aumentam o estoque de fósforo no solo, mas uma parte importante desse nutriente continua indisponível para as plantas.
O desafio não é apenas aplicar mais fósforo, mas ajudar a planta a acessar o fósforo que já existe no solo.
Fertilizante aplicado pelo produtor entra no solo.
Latossolo · Cerrado · alta fixação. Reação química intensa.
Fósforo adsorvido, não solúvel.
Acúmulo no solo e perda econômica para as plantas.
"O problema não é apenas falta de fósforo. É a falta de acesso ao fósforo já presente no solo.
Bactérias e fungos solubilizadores produzem compostos capazes de aumentar a disponibilidade desse nutriente para as plantas.
Parte do fósforo permanece ligada aos minerais do solo.
Alguns microrganismos conseguem liberar parte desse fósforo por meio de processos biológicos naturais.
O fósforo torna-se mais disponível na região das raízes.
Quando as condições são favoráveis, a planta pode aproveitar melhor o nutriente presente no solo.
O desempenho de um bioinsumo depende de uma combinação complexa de fatores: características do solo, clima, cultura, manejo agrícola e interação entre diferentes microrganismos. Por isso, um produto pode apresentar excelentes resultados em uma área e desempenho muito diferente em outra.
Com milhares de combinações possíveis, prever o resultado real no campo se torna um desafio que vai além da análise humana tradicional.
É nesse ponto que a inteligência artificial se torna essencial: identificar padrões invisíveis nos dados e prever quais microrganismos têm maior probabilidade de desempenho em cada situação específica.
Agricultura de Precisão Biológica — recomendação microbiana personalizada por talhão, safra e condição.
Machine Learning · Deep Learning
por talhão · por safra · por condição
Recomendação baseada em dados reais de campo.
Solução única para cada propriedade.
Redução da incerteza e do desperdício.
"Não vendemos apenas um inoculante. Vendemos inteligência biológica.
Algoritmos desenvolvidos, testados e publicados — agora aplicados a um novo desafio agronômico.
Machine Learning aplicado à previsão de colheita em condições tropicais.
Modelagem matemática florestal com validação experimental publicada.
Algoritmos treinados em dados reais de campo e clima brasileiro.
Scopus e Web of Science — ciência revisada por pares, de alcance global.
Experiência prática com bioinsumos e dinâmica microbiana em solos do Cerrado.
Ciência global aplicada a desafios locais.
Fundador · Engenheiro Agrônomo · Doutor em Agronomia (UTFPR) · Pesquisador associado à University of Antwerp (Bélgica)
Atua em fisiologia vegetal, microbiologia agrícola, bioinsumos, mudanças climáticas, agricultura sustentável e inteligência artificial aplicada à agricultura. Possui produção científica indexada em sistemas globais, incluindo o NASA Astrophysics Data System (ADS), reflexo de sua linha de pesquisa em modelagem de climas futuros e o efeito das mudanças climáticas sobre as plantas.
Desenvolve pesquisas em interação planta-microrganismo, com ênfase no uso de fungos e bactérias promotoras de crescimento para aumentar a produtividade, a eficiência do uso de nutrientes e a tolerância das culturas a estresses ambientais, integrando abordagens agronômicas, fisiológicas, moleculares e computacionais. Desde 2019 integra o grupo IMPRES (Integrated Molecular Plant Physiology Research) da University of Antwerp, em projetos internacionais de resiliência vegetal, microbioma vegetal, bioeconomia e agricultura sustentável, com colaborações na Europa, Ásia, África e América do Sul.
Nos últimos anos, concentra esforços em modelos preditivos baseados em inteligência artificial, aprendizado de máquina e análise multivariada, aplicados à produtividade agrícola, fixação biológica de nitrogênio, manejo de bioinsumos e agricultura digital — transformando grandes volumes de dados agronômicos em ferramentas de apoio à decisão. É docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Agronomia – Sustentabilidade na Agricultura (PGA/UEMS), coordenando projetos de pesquisa e extensão voltados à inovação tecnológica e ao desenvolvimento sustentável de comunidades rurais.
Menor custo de adubação e redução do gasto com fertilizantes fosfatados.
Produção biológica com menor impacto ambiental.
Menor dependência externa e redução da importação de fertilizantes.
Fortalecimento e expansão do mercado biológico nacional.
Mais colheita com menos insumo por talhão.
Menor risco de eutrofização de rios e lagoas.
Fome Zero e Agricultura Sustentável
Produção e Consumo Responsáveis
Ação Contra a Mudança Global do Clima
Nossa tecnologia cruza inteligência artificial e ciência agronômica para otimizar o uso de nutrientes no solo. Resolvemos o maior e mais caro gargalo da agricultura atual: a dependência de fertilizantes importados.
Quer ser nosso parceiro estratégico e escalar essa solução? Fale direto com os fundadores:
📩 renatolustosa@uems.brAcreditamos que o futuro da agricultura não está em aplicar mais fertilizantes. Está em usar inteligência para liberar o potencial biológico já existente no solo.
Mais colheita com menos insumo.
Conhecimento acadêmico aplicado ao campo.
Decisões inteligentes para um futuro viável.